SINTRA - Romantic Capital

WELCOME TO SINTRA!

Sintra is the only place in the country in wich history has become a garden, because all it's legends converge there and it's very monuments speak less of the past than of an eternal present of greenery. Louvar Amar (To Praise, To Love), Vergílio Ferreira.

MONUMENTS

MONUMENTS

Sintra is a parallel universe wich we only encounter in our dreams, but it actually exists very close by.

MOORISH CASTLE

MOORISH CASTLE

Winding around two peaks in the Serra de Sintra (Sintra mountains), the Moorish Castle dates from the very beginning of the Moorish occupation of the Iberian Peninsula, in the 8th century.

PALÁCIO NACIONAL DA PENA

PALÁCIO NACIONAL DA PENA

Pena National Palace, in the historical town of Sintra and part of the Pena park, represents one of the best expressions in the world of 19th-century architectural Romanticism.

NATURE

NATURE

Taking a closer and deeper look into the serra reveals some remarkably exquisite cultural features.

AZENHAS DO MAR

AZENHAS DO MAR

A viewpoint from which one can see the Sintra coastline. It has a stunning view of the cliffs looming over the full majesty of the Atlantic Ocean...

GASTRONOMY
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GASTRONOMY

Sintra's gastronomy is varied and rich and will make any "foodie's" mouth water.

BUSINESS AND EVENTS
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BUSINESS AND EVENTS

The region of Sintra is a favoured location for conferences, meetings, exhibitions and other activities relating to business tourism.

GOLF
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GOLF

"A magical place on the edge of Europe", thus defined Sintra the American newspaper Chicago Tribune.

Árvore 19

Fraxinus angustifolia
Freixo

Perímetro à Altura do Peito – 1,80 m
Perímetro do Tronco na Base – 2,20 m
Altura – 16,00 m 
Diâmetro Médio da Copa – 7,80 m

Zona B - Centro Histórico de Sintra
Praça da República | Rua Consiglieri Pedroso | Largo Dr. Carlos França | Largo Ferreira de Castro

As árvores que existem nos arruamentos do Centro Histórico de Sintra acentuam o cunho romântico dos espaços e das edificações de vários estilos que foram surgindo ao longo dos séculos.

Nas quintas, a flora autóctone harmoniza-se com a flora exótica que se desenvolveu graças ao micro clima de Sintra.

Residiram, ou por aqui passaram, muitos vultos da história de Portugal, escritores e artistas, que percecionaram esta Vila como lugar de exceção.

Também muitos viajantes estrangeiros fizeram referências a Sintra nos seus escritos, testemunhando, com eloquência, quanto Sintra os apaixonou.

Brélaz, Burnett e muitos outros, imortalizaram na sua obra pictórica, a paisagem sintrense onde as árvores têm um lugar de vital importância.

Na esteira de outros artistas, que deixaram seduzir-se pela paisagem sintrense, destaque para Alfredo Keil, Hoffman, Colbrook Stockdale, José D’Ávila e Alberto de Sousa.

Hoje em dia, não é raro encontrar portugueses e estrangeiros a fixar em aguarelas e óleos, trechos onde as árvores e a variada vegetação têm sempre um lugar de destaque.

Dos artistas contemporâneos, uma referência para Edite Forjaz - que tão bem interpretou a paisagem arborizada, velada por nevoeiros -, Jaime Murteira, Silva Lino, Clement Serneels, Cândida Cunha e muitos outros que captaram o vigor do arvoredo que envolve o Centro Histórico.

Também Oliva Guerra, Nunes Claro e Maria Gabriela Llansol dedicaram muitas páginas ao verde sintrense.

Ferreira de Castro, nas suas caminhadas em direção à Serra, quando vinha do Hotel Neto, onde escreveu grande parte da sua obra, gostava de descansar sob a ramada das árvores do Largo do Vitor, hoje Largo Ferreira de Castro, em sua homenagem por iniciativa de José Alfredo da Costa Azevedo quando presidente da comissão administrativa da Câmara Municipal de Sintra.
Ferreira de Castro repousa numa vereda do Castelo dos Mouros, junto às árvores, como era sua vontade e que José Alfredo, seu amigo e admirador, fez cumprir.

Entre muitos dos que estiveram intimamente ligados à Vila Velha lembramos, Oliveira Carvalho, Cunha e Costa, Gregório de Almeida, Consiglieri Martins, Tomás Marrazes, José da Fonseca e Norte Júnior.

Há ainda que prestar homenagem a José Alfredo da Costa Azevedo, um homem de Sintra, que escreveu as "Velharias de Sintra", obra de incontornável interesse para a história local e que, ao desenhar e aguarelar vários aspetos de Sintra, deixou uma memória viva dos recantos que conheceu e amou e onde as árvores, naturalmente, faziam parte integrante da Vila Velha.

Classificação como de Interesse Municipal de Sítios e Conjuntos de Árvores em Sintra
Esta classificação apoia-se no Regulamento de Inventariação e de Classificação de Património Histórico-Artístico e Cultural, como de Interesse Municipal e do Decreto Lei nº 309/2009 de 23 de Outubro e da Portaria nº 124/2014 de 24 de julho.

Sintra is the only place in the country in wich history has become a garden, because all it's legends converge there and it's very monuments speak less of the past than of an eternal present of greenery.

 Louvar Amar (To Praise, To Love), Vergílio Ferreira
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